domingo, 17 de fevereiro de 2013

Audiência geral: Bento XVI agradece aos fiéis “pelo amor e pela oração"

Qua, 13 de Fevereiro de 2013 08:20 por: CNBB / Rádio Vaticano
  
papa13022013
“Queridos irmãos e irmãs, hoje, Quarta-feira de Cinzas, iniciamos a Quaresma, tempo de preparação para a Páscoa. Estes quarenta dias de penitência nos recordam os dias que Jesus passou no deserto, sendo então tentado pelo diabo para deixar o caminho indicado por Deus Pai e seguir outras estradas mais fáceis e mundanas. Refletindo sobre as tentações a que Jesus foi sujeito, cada um de nós é convidado a dar resposta a esta pergunta fundamental: O que é que verdadeiramente conta na minha vida? Que lugar tem Deus na minha vida? O senhor dela é Deus ou sou eu? De fato, as tentações se resumem no desejo de instrumentalizar Deus para os nossos próprios interesses, em querer colocar-se no lugar de Deus. Jesus se sujeitou às nossas tentações a fim de vencer o maligno e abrir-nos o caminho para Deus. Por isso, a luta contra as tentações, através da conversão que nos é pedida na Quaresma, significa colocar Deus em primeiro lugar como fez Jesus, de tal modo que o Evangelho seja a orientação concreta da nossa vida. Amados peregrinos lusófonos, uma cordial saudação para todos, nomeadamente para os grupos portugueses de Lamego e Lisboa, e os brasileiros de Curitiba e Porto Alegre. Possa cada um de vós viver estes quarenta dias como um generoso caminho de conversão à santidade que o Deus Santo vos pede e quer dar! As suas bênçãos desçam abundantes sobre vós e vossas famílias! Obrigado!”

 Basílica de São Pedro, a missa da Quarta-feira de Cinzas.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Quaresma

 
A quaresma começa, precisamente, com um símbolo bem conhecido e consolidado: a CINZA, que nos lembra a condição efêmera da vida e seu destino de eternidade em Deus.

A Cinza de cada ano, recorda também a árvore da Cruz Ressuscitada da Vigília Pascal do ano anterior.

1.- A quaresma é DESERTO. É aridez, solidão, jejum, austeridade, rigor, esforço, penitência, perigo, tentação.

2.- A quaresma é PERDÃO. As histórias bíblicas de Jonas e de Nínive e a parábola do filho pródigo são exemplos dele.

3.- A quaresma é ENCONTRO, é abraço de reconciliação como na parábola do filho pródigo ou na conversão de Zaqueu ou no diálogo de Jesus Cristo com a mulher adúltera.

4.- A quaresma é LUZ, como se põe em evidência, por exemplo, no evangelho do cego de nascimento. É a passagem das trevas para a luz. Jesus Cristo é a luz do mundo.

5.- A quaresma é SAÚDE, símbolo manifestado nos textos como na cura do paralítico ou do filho do centurião.

6.- A quaresma é AGUA. É a passagem da sede de nossa insatisfação para a água viva, a água de Moisés ao povo de Israel no deserto ou de Jesus à mulher samaritana.

7.- A quaresma é superação vitoriosa das provas e dificuldades. É LIBERTAÇÃO, TRIUNFO. Algumas figuras bíblicas, que sofrem graves perigos e vencem na prova, são José filho de Jacó, a casta Suzana, Ester, o profeta Jeremias e, sobretudo, Jesus, tentado e transfigurado.

8.- A quaresma é CRUZ. Sinal e presença permanente durante toda a quaresma. Prefigurada no Antigo Testamento e manifestada com o exemplo de Jesus Cristo e com seu convite de carregá-la como condição para o seguimento.

9.- A quaresma é TRANSFIGURAÇÃO. É a luz definitiva do caminho quaresmal, preanunciada e vivida na cena da transfiguração de Jesus. Pela cruz para a luz".

10.- A quaresma é o esforço para retirar o fermento velho e incorporar a FERMENTAÇÃO NOVA DA PÁSCOA RESSUSCITADA E RESSUSCITADORA, agora e para sempre.
 
 Pe. Antônio G. Dalla Costa, CS

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Bento XVI envia mensagem aos brasileiros no início da Campanha da Fraternidade

Qua, 13 de Fevereiro de 2013 07:58 por: CNBB / Rádio Vaticano
  
papa-bentoxvi-rezandoNeste dia 13 de fevereiro, quarta-feira de Cinzas, será lançada a Campanha da Fraternidade (CF), com o tema “Fraternidade e Juventude” e o lema “Eis-me aqui, envia-me!” (Is 6,8). O Papa Bento XVI enviou uma mensagem para o início da Campanha. A seguir, a íntegra da mensagem: 
“Queridos irmãos e irmãs,
Diante de nós se abre o caminho da Quaresma, permeado de oração, penitência e caridade, que nos prepara para vivenciar e participar mais profundamente na paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo. No Brasil, esta preparação tem encontrado um válido apoio e estímulo na Campanha da Fraternidade, que este ano chega à sua quinquagésima realização e se reveste já das tonalidades espirituais da XXVII Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro em julho próximo: daí o seu tema “Fraternidade e Juventude”, proposto pela Conferência Episcopal Nacional com a esperança de ver multiplicada nos jovens de hoje a mesma resposta que dera a Deus o profeta Isaías: “Eis-me aqui, envia-me!”(6,8).
De bom grado associo-me a esta iniciativa quaresmal da Igreja no Brasil, enviando a todos e cada um a minha cordial saudação no Senhor, a quem confio os esforços de quantos se empenham por ajudar os jovens a tornar-se – como lhes pedi em São Paulo – “protagonistas de uma sociedade mais justa e mais fraterna inspirada no Evangelho” (Discurso aos jovens brasileiros, 10/05/2007). É que os “sinais dos tempos”, na sociedade e na Igreja, surgem também através dos jovens; menosprezar estes sinais ou não os saber discernir é perder ocasiões de renovação. Se eles forem o presente, serão também o futuro. Queremos os jovens protagonistas integrados na comunidade que os acolhe, demonstrando a confiança que a Igreja deposita em cada um deles. Isto requer guias – padres, consagrados ou leigos – que permaneçam novos por dentro, mesmo que o não sejam de idade, mas capazes de fazer caminho sem impor rumos, de empatia solidária, de dar testemunho de salvação, que a fé e o seguimento de Jesus Cristo cada dia alimentam.
Por isso, convido os jovens brasileiros a buscarem sempre mais no Evangelho de Jesus o sentido da vida, a certeza de que é através da amizade com Cristo que experimentamos o que é belo e nos redime: “Agora que isto tocou os teus lábios, tua culpa está sendo tirada, teu pecado, perdoado” (Is 6,7). Desse encontro transformador, que desejo a cada jovem brasileiro, surge a plena disponibilidade de quem se deixa invadir por um Deus que salva: “Eis-me aqui, envia-me!’ aos meus coetâneos” - ajudando-lhes a descobrir a força e a beleza da fé no meio dos “desertos (espirituais) do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: (…) o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como o é o Catecismo da Igreja Católica” (Homilia na abertura do Ano da Fé, 11/10/2012).
Que o Senhor conceda a todos a alegria de crer n’Ele, de crescer na sua amizade, de segui-Lo no caminho da vida e testemunhá-Lo em todas situações, para transmitir à geração seguinte a imensa riqueza e beleza da fé em Jesus Cristo. Com votos de uma Quaresma frutuosa na vida de cada brasileiro, especialmente das novas gerações, sob a proteção maternal de Nossa Senhora Aparecida, a todos concedo uma especial Bênção Apostólica
Vaticano, 8 de fevereiro de 2013
Benedictus PP. XVI

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Testemunho de fé e amor


Amigos do Kerigma,scj e Bíblica Católica, assistam, compartilhe e se possível ajude, sendo um doador de medula!

http://www.youtube.com/watch?v=CFwwTKO-7QY

Para cidade de São Paulo: Banco de medula da Santa Casa de Misericórdia -- Rua Marquês de Itú, 579 -- Bairro Santa Cecília -- SP- Tel: (11) 2176.7249Para outras localidades do Brasil -- insira seu CEP no lado direito da página do site www.ameo.org.br e verifique o banco de medula mais próximo de você.

Para outros países: verifique o banco de medula mais próximo de você. Como no Brasil, seu país também será consultado por meio do banco mundial de doadores de medula".

Mais um Religioso Passionista

Na Igreja Jesus Crucificado, na cidade de Jequié-Ba, no dia 26 de janeiro de 2013, na Celebração Eucarística presidida pelo Superior Regional dos Passionistas na Bahia (Vicariato Beato Domingos da Mãe de Deus) P. Pedro Bacchiocchi, CP professou os Votos Religiosos Temporarios na Congregação da Paixão de Jesus Cristo  o Ir. Vanildo de Jesus Nascimento.

Refletindo sobre a Liturgia deste domingo



1ª leitura: Is 6,1-2a. 3-8 = Aqui estou, envia-me
Salmo Responsorial: Sl 137 = Vou cantar-vos, ante os anjos, ó Senhor
2ª leitura: 1Cor 15,1-11 = É isso que temos pregado e é isso o que crestes
Evangelho: Lc 5,1-11 = Deixaram tudo e o seguiram

Queridos irmãos e irmãs a liturgia deste quinto domingo do tempo comum nos leva a meditar sobre o encontro e experiência de e com Deus na vida daqueles que se tornaram servos do Senhor pela escuta da Palavra.
Temos três exemplos de pessoas que souberam escutar Deus na Palavra: Isaias no Templo, Paulo na estrada para Damasco e Pedro na barca. Todos os três escutaram a voz do Senhor em lugares e contextos diferentes dando respostas ao apelo do Senhor.
Isaias escura a Palavra e fala que seus lábios são pecadores  e é tocado pelo anjo que com a brasa queima os pecados o purificando para a missão, levando-o dar a seguinte resposta: “Aqui estou!  Envia-me”.
Paulo de perseguidor na estrada para Damasco ao ter um encontro com o Cristo que se manifesta através de uma grande luz, se torna Apostolo missionário do Senhor. Se acha pequenino e menor de todos os Apóstolos, se entrega totalmente ao Senhor no trabalho na mercê do Senhor pela graça de Deus que nele age.
E Pedro que sendo pescador experiente, mesmo sabendo que a noite é a melhor hora para a pesca e não pescaram nada, ouvi a voz do Senhor, obedecendo a sua Palavra lança as redes mais uma vez para pesca em atenção à ordem de Jesus: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. Reconhece-se como pecador como Isaias e Paulo, mas é transformado pela escuta da Palavra e pela experiência que faz aos pés do Mestre.
Todos nós somos chamados a fazer experiência de Deus em Jesus Cristo em nossa vida para nos tornar discípulos do Senhor. O chamado é primeiramente a esta com Cristo, aos seus pés, a caminhar com Ele e escutar a sua Palavra. É através deste encontro pela Palavra que ouvimos a voz do Senhor a fazer experiência divina definitiva para podermos seguir sendo Cristão autentico que escuta a Voz de Deus e adere cada vez mais aos seus desígnios, ao seu Projeto de Amor, amém.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Selene Paixão de Cristo

Hoje (sexta-feira anterior à quarta-feira de cinzas) nós Passionistas celebramos a grande Solenidade da Paixão do Senhor, uma celebração de título da Congregação e que nos ajuda a melhor vivenciar nosso carisma: FAZER CONSTANTE MEMÓRIA DA PAIXÃO DE JESUS CRISTO.
O nosso santo Fundador, Paulo da Cruz, em carta datada de 27 de Setembro de 1758, pediu a alguns religiosos que compusessem os textos da Comemoração Solene da Paixão (Cartas III, 166). Estes foram apresentados pelo Pe. Tomás Struzzieri e aprovados a 10 de Janeiro de 1776, já após a morte do fundador. Fixou-se a sua celebração na Terça-feira que antecede o Domingo da Quinquagéssima, com a intenção de, neste dia, se fazer uma memória mais viva do amor apaixonado do Redentor, numa época do ano particularmente caracterizada por comportamentos mundanos. Como título da nossa Congregação, foi sempre celebrada solenemente, com oitava própria. Com a reforma litúrgica do Vaticano II, passou a celebrar-se na Sexta-feira que antecede a Quarta-feira de cinzas. Esta solenidade litúrgica, que, na oferenda do Sacrifício Eucarístico, atualiza e celebra “a maior e mais maravilhosa obra do amor divino” (Cartas II, 499), exprime e testemunha a comunhão da nossa Congregação com o mistério da Paixão do Senhor.
Hoje (sexta-feira anterior à quarta-feira de cinzas) nós Passionistas celebramos a grande Solenidade da Paixão do Senhor, uma celebração de título da Congregação e que nos ajuda a melhor vivenciar nosso carisma: FAZER CONSTANTE MEMÓRIA DA PAIXÃO DE JESUS CRISTO.
O nosso santo Fundador, Paulo da Cruz, em carta datada de 27 de Setembro de 1758, pediu a alguns religiosos que compusessem os textos da Comemoração Solene da Paixão (Cartas III, 166). Estes foram apresentados pelo Pe. Tomás Struzzieri e aprovados a 10 de Janeiro de 1776, já após a morte do fundador. Fixou-se a sua celebração na Terça-feira que antecede o Domingo da Quinquagéssima, com a intenção de, neste dia, se fazer uma memória mais viva do amor apaixonado do Redentor, numa época do ano particularmente caracterizada por comportamentos mundanos. Como título da nossa Congregação, foi sempre celebrada solenemente, com oitava própria. Com a reforma litúrgica do Vaticano II, passou a celebrar-se na Sexta-feira que antecede a Quarta-feira de cinzas. Esta solenidade litúrgica, que, na oferenda do Sacrifício Eucarístico, atualiza e celebra “a maior e mais maravilhosa obra do amor divino” (Cartas II, 499), exprime e testemunha a comunhão da nossa Congregação com o mistério da Paixão do Senhor.