domingo, 11 de setembro de 2011

PJ e movimentos sociais lançam Campanha Contra a Violência e o Extermínio de Jovens em Manaus

Qua, 20 de Julho de 2011 11:39 por: cnbb

cartaz-campanhaviolenciaexterminioNa sexta-feira, 22, das 9h às 11h, as Pastorais da Juventude irão lançar na Escola Municipal Themístocles Gadelha, na zona leste de Manaus (AM) o Seminário Estadual da Campanha Nacional Contra a Violência e o Extermínio de Jovens.

A Campanha trata-se de uma ação articulada de diversas organizações para levar à sociedade o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, especialmente o extermínio de milhares de jovens que está acontecendo no Brasil.

O Lançamento do Seminário em Manaus é uma realização das Pastorais da Juventude, com apoio de diversos Movimentos Sociais e Poder Público, e tem como objetivo denunciar a violência e mobilizar a sociedade no que se refere aos debates sobre extermínio de jovens, segurança pública, sistema carcerário, direitos humanos e outros tipos de violência, promovendo conscientização e desencadeando ações que possam mudar essa realidade de violência e morte.

Liturgia dominical e Reflexão

Leituras Relacionadas ao dia 11/09/2011 - CNBB
Verde. 24º DOMINGO Tempo Comum

1ª Leitura - Eclo 27,33-28,9

33O rancor e a raiva são coisas detestáveis,
até o pecador procura dominá-las.
28,1Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor,
que pedirá severas conta dos seus pecados.
2Perdoa a injustiça cometida por teu próximo:
assim, quando orares, teus pecados serão perdoados.
3Se alguém guarda raiva contra o outro,
como poderá pedir a Deus a cura?
4Se nóo tem compaixão do seu semelhante,
como poderá pedir perdão dos seus pecados?
5Se ele, que é um mortal, guarda rancor,
quem é que vai alcançar perdão para os seus pecados?
6Lembra-te do teu fim e deixa de odiar;
7pensa na destruição e na morte,
e persevera nos mandamentos.
8Pensa nos mandamentos,
e não guardes rancor ao teu próximo.
9Pensa na aliança do Altíssimo,
e não leves em conta a falta alheia!
Palavra do Senhor.



Salmo - Sl 102,1-2.3-4.9-10.11-12 (R. 8)
R. O Senhor é bondoso, compassivo e carinhoso.

1Bendize, ó minha alma, ao Senhor,
e todo o meu ser, seu santo nome!
2Bendize, ó minha alma, ao Senhor,*
não te esqueças de nenhum de seus favores!R.

3Pois ele te perdoa toda culpa,*
e cura toda a tua enfermidade;
4da sepultura ele salva a tua vida*
e te cerca de carinho e compaixão.R.

9Não fica sempre repetindo as suas queixas,*
nem guarda eternamente o seu rancor.
10Não nos trata como exigem nossas faltas,*
nem nos pune em proporção às nossas culpas.R.

11Quanto os céus por sobre a terra se elevam,*
tanto é grande o seu amor aos que o temem;
12quanto dista o nascente do poente,*
tanto afasta para longe nossos crimes.R.


2ª Leitura - Rm 14,7-9

Irmãos:
7Ninguém dentre nós vive para si mesmo
ou morre para si mesmo.
8Se estamos vivos, é para o Senhor que vivemos;
se morremos, é para o Senhor que morremos.
Portanto, vivos ou mortos, pertencemos ao Senhor.
9Cristo morreu e ressuscitou exatamente para isto,
para ser o Senhor dos mortos e dos vivos.
Palavra do Senhor.


Evangelho - Mt 18,21-35
Naquele tempo:
21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou:
"Senhor, quantas vezes devo perdoar,
se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?"
22Jesus respondeu:
"Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.
23Porque o Reino dos Céus é como um rei
que resolveu acertar as contas com seus empregados.
24Quando começou o acerto,
trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna.
25Como o empregado não tivesse com que pagar,
o patrão mandou que fosse vendido como escravo,
junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía,
para que pagasse a dívida.
26O empregado, porém, caíu aos pés do patrão,
e, prostrado, suplicava:
`Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo".
27Diante disso, o patrão teve compaixão,
soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.
28Ao sair dali,
aquele empregado encontrou um dos seus companheiros
que lhe devia apenas cem moedas.
Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo:
`Paga o que me deves".
29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava:
`Dá-me um prazo! e eu te pagarei".
30Mas o empregado nóo quis saber disso.
Saiu e mandou jogá-lo na prisão,
até que pagasse o que devia.
31Vendo o que havia acontecido,
os outros empregados ficaram muito tristes,
procuraram o patrão e lhe contaram tudo.
32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse:
`Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida,
porque tu me suplicaste.
33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro,
como eu tive compaixão de ti?"
34O patrão indignou-se
e mandou entregar aquele empregado aos torturadores,
até que pagasse toda a sua dívida.
35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco,
se cada um não perdoar de coração ao seu irmão."
Palavra da Salvação.

REFLEXÃO

Retirada do SAL - Serviço de Animação Liturgica - www.liturgia.pro.br

O ensinamento de Jesus sobre a necessidade do perdão tem como objetivo a qualidade de vida dentro da comunidade. Jesus está dizendo basicamente duas coisas: que é praticamente impossível formar a Igreja sem a dinâmica da misericórdia que inclui o perdão e, está dizendo que nosso relacionamento comunitário deve inspirar-se na misericórdia do Pai que, de tão misericordioso, é capaz de perdoar a dívida impagável do servo. Quem é esse servo? Somos nós! Sou eu, é você... nós temos uma dívida impagável a Deus, por isso se nos conscientizamos que somos devedores do amor divino e da sua misericórdia, temos o compromisso moral de sermos misericordiosos com quem nos ofende. O texto latino reza o Pai nosso desse modo: “perdoai-nos as nossas dívidas, como perdoamos a nossos devedores”. Não se trata de dívidas em dinheiro, mas da dívida de amor... se amamos Deus e se ele perdoa nossas dívidas de amor para com ele, assim também nós perdoamos e continuamos a amar quem nos ofende, nos desrespeita, é injusto conosco... Vou concluir com uma advertência. Ninguém de nós nasce com uma tendência perdoadora. Nossa tendência é agredir, vingar, atacar quem nos ofende. É preciso, portanto, educar a ser perdoador, a buscar a qualidade de vida a partir de relacionamentos sadios que não deixem a gente machucado por dentro. Para isso existe um único caminho: o perdão. Amém!


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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O amor é cego

Há muito tempo atrás, um casal de idosos que não tinham filhos, morava em uma casinha humilde de madeira, tinham uma vida muito tranqüila, alegre, e ambos se amavam muito.
Eram felizes. Até que um dia...
Aconteceu um acidente com a senhora.
Ela estava trabalhando em sua casa
quando começa a pegar fogo na cozinha
e as chamas atingem todo o seu corpo.
O esposo acorda assustado com os gritos e vai a sua
procura, quando a vê coberta pelas chamas e
imediatamente tenta ajudá-la.
O fogo também atinge seus braços e,
mesmo em chamas,
consegue apagar o fogo.
Quando chegaram os bombeiros
já não havia muito da casa,
apenas uma parte, toda destruída.
Levaram rapidamente o casal para o hospital mais próximo,
onde foram internados em estado grave.
Após algum tempo
aquele senhor menos atingido pelo fogo
saiu da UTI e foi ao encontro de sua amada.
Ainda em seu leito a senhora toda queimada,
pensava em não viver mais,
pois estava toda deformada,
queimara todo o seu rosto.
Chegando ao quarto de sua senhora, ela foi falando:
-Tudo bem com você meu amor?
-Sim, respondeu ele,
pena que o fogo atingiu os meus olhos
e não posso mais enxergar,
mas fique tranqüila amor
que sua beleza está gravada em meu coração para sempre.
Então triste pelo esposo, a senhora pensou consigo mesma:
"Como Deus é bom,
vendo tudo o que aconteceu a meu marido,
tirou-lhe a visão para que não presencie esta deformação em mim.
As chamas queimaram todo o meu rosto
e estou parecendo um monstro.
E Deus é tão maravilhoso que não deixou ele me ver assim,
como um monstro
Obrigado Senhor!"
Passado algum tempo e recuperados milagrosamente,
voltaram para uma nova casa,
onde ela fazia tudo para o seu querido e amado esposo,
e o esposo agradecido por tanto amor,
afeto e carinho,
todos os dias dizia-lhe:
-COMO EU TE AMO.
Você é linda demais.
Saiba que você é e será sempre,
a mulher da minha vida!
E assim viveram mais 20 anos até que a senhora veio a falecer.
No dia de seu enterro,
quando todos se despediam da bondosa senhora,
veio aquele marido com os olhos em lágrimas,
sem seus óculos escuros
e com sua bengala nas mãos.
Chegou perto do caixão,
beijou o rosto acariciando sua amada, disse em um tom apaixonante:
-"Como você é linda meu amor, eu te amo muito".
Ouvindo e vendo aquela cena
um amigo que esta ao seu lado
perguntou se o que tinha acontecido era milagre.
Pois parecia que o velhinho parecia enxergar sua amada.
O velhinho olhando nos olhos do amigo,
apenas falou com as lágrimas rolando quente em sua face:
-Nunca estive cego,
apenas fingia,
pois quando vi minha amada esposa toda queimada e deformada,
sabia que seria duro para ela continuar vivendo daquela maneira.
Foram vinte anos vivendo muito felizes e apaixonados!
Foram os 20 anos mais felizes de minha vida.
E emocionou a todos os que ali estavam presentes.
CONCLUSÃO
Na vida temos de provar que amamos!
Muitas vezes de uma forma difícil ...
E, para sermos felizes,
temos de fechar os olhos para muitas coisas,
mas o importante é que se faça única e intensamente com AMOR!

sábado, 3 de setembro de 2011

Liturgia dominical e Reflexão

1ª Leitura - Ez 33,7-9
Assim diz o Senhor:
7'Quanto a ti, filho do homem,
eu te estabeleci como vigia para a casa de Israel.
Logo que ouvires alguma palavra de minha boca,
tu os deves advertir em meu nome.
8Se eu disser ao ímpio
que ele vai morrer, e tu nóo lhe falares,
advertindo-o a respeito de sua conduta,
o ímpio vai morrer por própria culpa,
mas eu te pedirei contas da sua morte.
9Mas, se advertires o ímpio a respeito de sua conduta,
para que se arrependa,
e ele não se arrepender,
o ímpio morrerá por própria culpa,
porém, tu, salvarás tua vida.
Palavra do Senhor.

Salmo - Sl 94,1-2.6-7.8-9 (R. 8)
R. Não fecheis o coração, ouví, hoje, a voz de Deus!

1Vinde, exultemos de alegria no Senhor,*
aclamemos o Rochedo que nos salva!
2Ao seu encontro caminhemos com louvores,*
e com cantos de alegria o celebremos!R.

6Vinde adoremos e prostremo-nos por terra,*
e ajoelhemos ante o Deus que nos criou!
7Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor,
e nós somos o seu povo e seu rebanho,*
as ovelhas que conduz com sua mão.R.

8Oxalá ouvísseis hoje a sua voz:*
'Não fecheis os corações como em Meriba,
9como em Massa, no deserto, aquele dia,
em que outrora vossos pais me provocaram,*
apesar de terem visto as minhas obras'.R.

2ª Leitura - Rm 13,8-10
Irmãos:
8Não fiqueis devendo nada a ninguém,
a não ser o amor mútuo,
- pois quem ama o próximo está cumprindo a Lei-.
9De fato, os mandamentos:
'Não cometerás adultério', 'Não matarás',
'Não roubarás', 'Não cobiçarás',
e qualquer outro mandamento se resumem neste:
'Amarás a teu próximo como a ti mesmo'.
10O amor não faz nenhum mal contra o próximo.
Portanto, o amor é o cumprimento perfeito da Lei.
Palavra do Senhor.

Evangelho - Mt 18,15-20
Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos:
15Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo,
mas em particular, à sós contigo!
Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão.
16Se ele não te ouvir,
toma contigo mais uma ou duas pessoas,
para que toda a questão seja decidida
sob a palavra de duas ou três testemunhas.
17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja.
Se nem mesmo à Igreja ele ouvir,
seja tratado como se fosse um pagão
ou um pecador público.
18Em verdade vos digo,
tudo o que ligardes na terra será ligado no céu,
e tudo o que desligardes na terra
será desligado no céu.
19De novo, eu vos digo:
se dois de vós estiverem de acordo na terra
sobre qualquer coisa que quiserem pedir,
isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus.
20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome
eu estou ali, no meio deles.'
Palavra da Salvação.

REFLEXÃO

A caminhada de comunidade nós gera desafios na convivência com o outro, criando em nós a necessidade de acolher, perdoar, aconselhar e colocar em contato com o bem na construção do Reino de amor e justiça.

Jesus nos convida, se o irmãos nos fez o mal, devemos ir ao encontro dele e dialogar, mas se isso não der certo, leve duas pessoas como testemunhas; não dando certo, leve-o a comunidade como última tentativa. Essa é preocupação daquele que ama seu próximo e quer que ele esteja no caminho do bem.

Hoje vemos uma cultura da conduta de vida do individualismo e do egoísmo presente no coração das pessoas. Onde o outro é descartável, do viver sozinho sem precisar do outro e também de não se importar com o outro. Uma mentalidade que consiste no cuidado consigo mesmo e total desrespeito para com o outro.

Gera assim uma sociedade excludente de relacionamentos de amor, respeito, fraternidade, cumplicidade, cuidado, amizade de quem vê o outro como semelhante, irmão. É preciso mudar esses conceitos e condutas de vida para voltarmos a sermos seres humanos, capazes de amar, de fazer o bem, de se importar com o outro, amém.




Grito dos Excluídos: uma mobilização nacional pelos direitos do povo brasileiro


Ao longo desta semana, de 1º a 7 de setembro, todas as regiões do país celebram a 17ª edição do Grito dos Excluídos, cujo lema é “Pela vida grita a terra... Por direitos todos nós”. Trata-se de um conjunto de manifestações populares carregada de simbolismo, aberta às pessoas, grupos, entidades, Igrejas e movimentos sociais comprometidos.

Três são os objetivos da mobilização nacional: denunciar o modelo político e econômico que concentra riquezas e condena milhões de pessoas à exclusão social; tornar público, nas ruas e praças, o rosto desfigurado dos grupos excluídos, vítimas do desemprego, da miséria e da fome; e por último, propor caminhos alternativos ao modelo econômico neoliberal, de forma a desenvolver uma política de inclusão social.

48agdomdemetrioRealizado desde 1995, o Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB, cujo presidente na época, era o bispo de Jales (SP), dom Luiz Demétrio Valentini. Para ele, os 17 anos de realização do Grito mostram sua força e modelo eficiente para propor discussões em torno dos problemas sociais do país. O bispo elenca algumas das bases que sustentam a mobilização por tantos anos.

“Sua ligação com a temática tratada pela Campanha da Fraternidade a cada ano, depois a vinculação com a CNBB, a convocação para o dia da pátria, da Independência; o resgate de valores da cidadania”, sublinhou. Tem contribuído também para o crescimento do Grito as reflexões sobre temas essenciais para a vida da democracia brasileira.

“A cada ano somos levados a refletir sobre os gritos que se levantam e que precisam ser ouvidos; somos chamados a dar respostas conscientes para a nossa pátria, como em relação às drogas e à juventude que é traiçoeiramente envolvida por ela, tendo em vista que a população brasileira corre perigo; o grito muito forte contra a corrupção política, que se estende por tanto tempo e, em relação à natureza, que precisa ser cuidada”, enumerou.

ari_albertiO membro da coordenação nacional do Grito dos Excluídos, Ari Alberti, destaca que o Grito tem um papel muito forte de conscientização e envolvimento da população brasileira. “É uma forma de dizer que não queremos apenas ver no dia da pátria, passivamente, o desfile de soldados e armas de guerra, mas queremos participar e exigir os nossos direitos e uma sociedade igual para todos”. Segundo Alberti, o evento tem crescido nos últimos anos e recebido adesão de muitas cidades, como exemplo o município de Jundiaí, no interior de São Paulo, que vai realizar o Grito pela primeira vez.

“O Grito dos Excluídos é hoje uma realidade nacional e acontece em todos os estados, além de receber adesão de novas cidades todos os anos. É um processo de construção coletiva que não se esgota no evento, mas há um antes, um durante e um depois com consequências para a vida das pessoas”, afirmou.

As atividades desenvolvidas na Semana da Pátria são as mais variadas: atos públicos, romarias, celebrações especiais, seminários e cursos de reflexão, blocos na rua, caminhadas, teatro, música, dança, feiras de economia solidária, acampamentos.

Histórico

O Grito dos Excluídos teve origem no então Setor Pastoral Social da CNBB. Sua primeira edição deu continuidade à reflexão da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo tema foi “Fraternidade e Excluídos” e lema foi “Eras, tu, Senhor”.

Por outro lado, brotou da necessidade de concretizar os debates da 2ª Semana Social Brasileira, realizada nos anos de 1993 e 1994, com o tema “Brasil, alternativas e protagonistas”. Ou seja, o Grito é promovido pela Pastoral Social, mas, desde o início, conta com numerosos parceiros ligados às demais Igrejas do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), aos movimentos sociais, entidades e organizações.

O pressuposto básico do Grito é o contexto de aprofundamento do modelo neoliberal como resposta à crise generalizada a partir dos anos 70 e que se agrava nas décadas seguintes.

Igreja no Brasil celebra o Mês da Bíblia 2011 com o estudo do Livro do Êxodo


Capa_Mes_da_biblia_2011_divulgacao“Desconhecer as Escrituras é desconhecer o Cristo”, com essa frase, de São Jerônimo, que a Igreja celebra, nesse mês de setembro, o Mês da Bíblia. Neste ano, o estudo proposto pela Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), será o Livro do Êxodo, capítulos 15,22 a 18,27, que é conhecido como o “Livro da Travessia”.

O Mês da Bíblia tem como tema “Travessia, passo a passo, o caminho se faz”, e o lema “Aproximai-vos do Senhor”.

O presidente da Comissão para a Animação Bíblico-catequética e arcebispo de Pelotas (RS), dom Jacinto Bergmann, escreveu uma mensagem para toda a comunidade cristã que celebra o Mês da Bíblia.

Dom Jacinto pede que todos procurem viver intensamente o esse mês, em todas as comunidades cristãs espalhadas pelo território nacional. “Que bom que temos um Subsídio elaborado pela Comissão para a Animação Bíblico-catequética, que, usado em nossos Grupos Bíblicos, nos ajudará a conhecer e interpretar, a comungar e orar, a evangelizar e proclamar a Palavra de Deus e assim caminharmos sempre mais para uma verdadeira animação bíblica da pastoral, formando entusiastas discípulos missionários de Jesus Cristo”, destacou.

O Subsídio

O Subsídio apresenta vários textos para estudo, reflexão, oração e prática para o Mês da Bíblia de 2011. Não pretende dizer tudo, mas apontar pistas para o trabalho individual e comunitário. Foi pensado como material de apoio, isto é, traz elementos informativos a serem desenvolvidos posteriormente e indica também roteiros práticos, que podem orientar grupos de reflexão e leitura orante sobre o assunto.

Leia abaixo a íntegra da mensagem de dom Jacinto Bergmann, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-catequética da CNBB.

LER MAIS... http://cnbb.org.br/site/comissoes-episcopais/biblico-catequetica/7505-igreja-no-brasil-celebra-o-mes-da-biblia-2011-com-o-estudo-do-livro-do-exodo